Como construímos

O método é a máquina.

A inteligência só ganha valor quando é desenhada dentro da estrutura. Construímo-la a partir da primeira linha, para ser controlada e operada pela sua equipa.

Quatro convicções por trás de cada sistema.

Definem o que construímos, por que ordem e quando o trabalho está mesmo terminado, muito antes de se escrever uma linha de código.

01

Partir da fricção, não das funcionalidades

Mapeamos onde o custo operacional realmente se acumula antes de desenhar seja o que for. É o problema que define o que se constrói.

02

Os agentes são o primeiro utilizador

Cada sistema é pensado para que a inteligência consiga descobrir, raciocinar e agir, e não colada só depois de a interface estar feita.

03

Provar, não só pôr a funcionar

A medição faz parte do desenho. Cada sistema traz a prova de que está a funcionar, em números em que a sua equipa confia.

04

Feito para ser entregue

Integramo-nos na sua infraestrutura e deixamos sistemas reais que a sua equipa controla e opera, sem ficar dependente da Maiolabs.

Da primeira conversa a sistemas que a sua equipa controla.

Uma só equipa leva o trabalho da estratégia à implementação. Sem entregas de mão em mão entre quem desenha e quem constrói.

  1. 01

    Enquadrar

    Trabalhamos com a liderança e as equipas operacionais para perceber onde estão o custo, o atraso e a perda de conhecimento. É daí que nasce o âmbito, e não de um modelo feito à partida.

    Semanas 1-2
    O que recebe

    Um mapa, por ordem de prioridade, da fricção que vale a pena resolver.

  2. 02

    Arquitetar

    Desenhamos a arquitetura de inteligência à volta da forma como a organização realmente funciona: dados, agentes e ligações aos sistemas que já existem.

    Semanas 2-4
    O que recebe

    Um desenho do sistema que a sua equipa técnica pode pôr à prova.

  3. 03

    Integrar

    Construímos dentro da sua infraestrutura, lado a lado com a sua equipa, entregando sistemas reais em ciclos curtos.

    Semanas 4-10
    O que recebe

    Sistemas a funcionar sobre fluxos reais.

  4. 04

    Provar

    Medimos cada sistema para acompanhar o impacto e entregamos as chaves: documentação, controlo e a capacidade de o fazer evoluir sem nós.

    Contínuo
    O que recebe

    Prova do impacto e uma equipa que controla o sistema.

O que fica mesmo nas suas mãos.

Não uma apresentação nem um piloto que fica pelo caminho. Inteligência a funcionar dentro das operações, e o controlo para a gerir.

  • Agentes que resolvem pedidos reais nas suas ferramentas em produção, não demonstrações.
  • Uma base de dados sobre a qual os seus sistemas conseguem raciocinar, alojada no seu ambiente.
  • Painéis que mostram o impacto nos seus números, atualizados à medida que o trabalho avança.
  • Documentação e acessos para a sua equipa fazer evoluir o sistema sem depender de nós.

Pronto para integrar inteligência na estrutura? Comecemos pela fricção.